sexta-feira, 9 de abril de 2010

O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2000 anos antes.

A área de Israel, dentro das fronteiras e linhas de cessar-fogo, inclusive os territórios sob o auto-governo palestino, é de 27.800 km2 . Com sua forma longa e estreita, o país tem cerca de 470 Km de comprimento e mede 135 Km em seu ponto mais largo. Limita-se com o Líbano ao Norte, com a Síria a nordeste, a Jordânia a leste, o Egito a Sudoeste e o Mar Mediterrâneo a oeste.

A distância entre montanhas e planícies, campos fertéis e desertos pode ser coberta em poucos minutos. A largura do país, entre o Mediterrâneo a oeste e o Mar Morto, a leste, pode ser cruzada de carro em cerca de 90 minutos; e a viagem desde Metullah, no extremo norte, a Eilat, o ponto mais meridional leva umas 9 horas.

Israel pode ser dividida em quatro regiões geográficas: três faixas paralelas que correm de Norte a Sul, e uma vasta zona, quase toda árida, na metade Sul do país.

Jerusalém

Terra de Deus, promessa para os homens

Jerusalém está edificada nas colinas da Judéia, a cerca de 70 Km do Mar Mediterrâneo, no centro de Israel. Eqüidistante de Eilat, ao sul, e de Metullah, ao norte - os pontos extremos do país. Nesta geografia, acontecimentos inigualáveis que não se repetem, mudaram o rumo da história do mundo.

O nome da cidade é mencionado centenas de vezes nas Escrituras Sagradas e em fontes egípcias. Jerusalém, do rei Melquisedeque e do Monte Moriá, onde o patriarca Abraão esteve pronto para sacrificar o seu filho; Jerusalém, da capital do reino de Davi, do primeiro templo de Salomão e do segundo templo, reconstruído por Herodes; Jerusalém, palco dos profetas Isaías e Jeremias, cujas pregações influenciaram atitudes morais e religiosas da humanidade; Jerusalém, onde Jesus peregrinou, foi crucificado, ressuscitou e subiu ao Céu; Jerusalém, da figueira que brotou, sinal dos tempos, relógio de Deus.

Nomes e Significados

Segundo o pesquisador, Pr. Enéas Tognini, o nome de Jerusalém aparece em registros antiqüíssimos. Nos textos egípcios do Império Medo foram grafados Rusalimun e Urusali-Mum. No texto Massorético, Yerusalaim. No aramaico bíblico Yeruselem. E para nosso vernáculo chegou através do grego H

A cidade, antes de ser tomada pelos filhos de Israel, pertencia aos jebuseus. E nos escritos jebuseus lê-se Yebusi. Em Juízes 19:10 afirma-se que Jebus é Jerusalém, donde se conclui que o nome Jerusalém não é de origem hebraica.

Nos Salmos 87:2 e 51:18 e mais 179 vezes, Jerusalém é chamada Sião. Outros nomes na Bíblia e extra-bíblicos são dados a Jerusalém: Cidade de Davi ( I Rs. 8.1); Cidade de Judá (II Cr. 25.28); Cidade Santa (Ne. 11.1 E Is. 52.1); Cidade de Deus (Is. 60.14) (Sl. 87.2); Ariel (Is. 29.1); Ladeira de Deus (Is. 1.26); Cidade de Justiça (Is. 1.26); Cidade do Grande Rei (Mt. 5.35) ; Aelia Capitolina (o primeiro nome do Imperador Adriano era Aelio e, em 135 d.C. esse foi o nome que se deu à cidade que paganizou); El-Kuds (“a santa”, nome que o árabe deu a Jerusalém). Alguns estudiosos afirmam que a primeira parte da palavra Jerusalém (a raiz IRW) encerra a idéia de fundamento, e “Salém” significa paz, portanto Jerusalém = cidade da paz. Morada da paz! Eis o que significa Jerusalém na língua hebraica.


História de Israel

A história do povo de Israel começa com Abraão, aproximadamente em 2.100 a.C. Ele morava na Mesopotâmia quando o Senhor o chamou e ordenou-lhe que andasse sobre a terra (Gn 12.1-9; 13.14-18). Andou por toda a terra de Canaã que seria futuramente a terra escolhida por Deus para seu povo habitar.

Obediente e temente ao Senhor, Abraão foi honrado por Deus, como o Pai de um povo inumerável (Gn 15.4-6 ) . Nasceu Isaque (Gn 21.1-7), deste veio Jacó( Gn 25.19-26; 25.29-34; 27.27-30) e gerou a José (Gn 30.22-24), que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó (Gn 37), rei do Egito. José era fiel a Deus ( Gn 39.2-6,21-23 ) e não foi desamparado pelo Senhor. Tornou-se um homem querido pelo faraó (rei do Egito) e foi promovido a governador do Egito ( Gn 41.37-46 ). Trouxe os seus familiares de Canaã onde havia uma grande fome (Gn 46.1-7 ). Do faraó receberam terras, para que as cultivassem ( Gn 47.5-12).

Assim os israelitas começaram a prosperar.

Ali foram abençoados por Deus de uma forma extraordinária: prosperaram tanto e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio.

Resultado: foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão (Ex 1.7-14).

O faraó ainda não estava satisfeito. Pretendia interromper de forma definitiva sua expansão: decidiu que todos os varões que nascessem nas famílias israelitas deveriam ser mortos ( Ex 1.15,16,22). E assim foi feito, e de forma cruel.

As meninas, no entanto, era dado o direito à vida.

Um desses bebês, Moises, foi escondido por seus pais dos soldados egípcios. Os pais conseguiram isso durante três meses. Quando a vida do bebê passou a correr perigo iminente, seus pais o colocaram numa cesta e o soltaram no rio Nilo ( Ex 2.1-10 ).

A filha do faraó viu o cestinho descendo nas águas e o choro do bebê. Ela tratou de resgatá-lo e o menino ganhou o nome de Moisés, ou Moschê, que pode significar "retirado" ou "nascido das águas"( Ex 2.5-9 ).

A mãe de Moisés tornou-se sua ama ( Ex 2.9 ), ele cresceu e estudou dentro do reino egípcio, sempre muito bem tratado, apesar da filha do faraó saber que ele era filho de hebreus.

Um dia, enquanto ainda vivia no reino, Moisés foi visitar seus "irmãos" hebreus e viu um deles ser ferido com crueldade por um egípcio. Irado, Moisés matou o egípcio e escondeu seu corpo na areia. Mas as notícias correram rapidamente: o faraó soube do crime e decidiu mandar matar Moisés. No entanto, ele conseguiu fugir para a terra de Midiã ( Ex 2.15 ).

Foi ali que ele conheceria sua mulher, filha do sacerdote Reuel , chamada Zípora. Ela lhe deu um filho, que ganhou o nome de Gerson (que significa "hóspede")( Ex 2.21,22 ).

"Porque sou apenas um hóspede em terra estrangeira", diz Moisés (Ex 2.22)

Passaram-se os anos, o faraó que perseguia Moisés morreu, mas os israelitas (ou hebreus) continuavam sob o jugo egípcio. Diz a Bíblia que Deus se compadeceu do sofrimento de seu povo e ouviu o seu clamor ( Ex 2.24 ).

Deus apareceu para Moisés pela primeira vez numa sarça em chamas( Ex 3 ), no monte Horebe.

E lhe disse:

"... Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo “(Ex 3.9-10).
Em companhia de Arão, seu irmão voltou para o Egito e contatou o faraó.

Este parecia inabalável na decisão de manter os hebreus escravos (Ex 5.1-5).

Após ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus( Ex 7-12) .Permitiu que o povo finalmente fossem libertos, comeram a páscoa e partiram em direção ao deserto (Ex 12.37-51). Era aproximadamente 3 milhões de pessoas.

Começava a caminhada em direção a Canaã. A Bíblia fala em 600 mil (homens, sem contar as mulheres e crianças, eram aproximadamente 3 milhões de pessoas) andando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida( Ex 12.37 ).

Nasce o Judaísmo

Nas quatro décadas da caminhada no deserto Deus falou diretamente com Moisés ( Ex 14.15 ...) e deu todas as leis a serem seguidas por seu "povo eleito" ( Ex 20.1-17 ). Os dez mandamentos, o conjunto de leis sociais e penais, as regras dos alimentos, os direitos sobre propriedades... Enfim, tudo foi transmitido por Deus a Moisés, que retransmitia cada palavra ao povo que o seguia. Era o nascimento do Judaísmo.

A caminhada não foi fácil. O povo rebelou-se diversas vezes contra Moisés e contra o Senhor. A incredulidade e a desobediência dos israelitas eram tamanhas que, algumas passagens, Deus pondera em destruí-los e a dar a Moisés outro povo (a primeira vez que Deus "lamenta" ter criado a raça humana está em Gn 6.6).

Mas Moisés não queria outro povo. Clamou novamente a Deus para que perdoasse os erros dos israelitas( Ex 32.9,10 ). Porém todos os adulto que saíram do Egito, exceto Calebe e Josué morreram no deserto.

Moisés resistiu firme até à entrada de Canaã, infelizmente não pode entrar, apenas contemplou a terra (Dt 34.4,5 ) e foi levado por Deus. Josué tomou a direção do Povo e tomaram posse da terra Prometida.

"Eis a terra que jurei a Abraão, Isaac e a Jacó dar à tua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela (disse Deus). E Moisés morreu." (Dt 34. 4,5).

"Não se levantou mais em Israel profeta comparável a Moisés, com quem o Senhor conversava face a face." (Dt 34.10).

Foram grandes e difíceis batalhas, até tomarem posse por completo de Canaã. Inicialmente o povo era dirigido pelos juizes ( Gideão, Eli, Samuel, etc). Mas inconformados com esta situação e querendo assemelhar-se aos demais reinos pediram para si reis, Deus os atendeu( 1Sm 8.5 ). Levantou-se Saul o primeiro rei, que foi infiel ao Senhor ( 1Sm 10.24 ), em seguida Davi tornou-se rei, este sim segundo o coração do Pai ( 2Sm 2.1-7 ). Salomão foi o terceiro rei, homem muito sábio e abençoado, construiu o primeiro Templo.

Após estes, muitos outros reis vieram, alguns fieis outros infiéis. Muitas vezes tornaram-se um povo sem Pátria. Inclusive nos últimos dois milênios eram um povo disperso pela terra. Somente em 1948 foi restabelecido o Estado de Israel.

Os judeus seguem apenas as leis do Torah (Antigo Testamento) até nossos dias. Jesus Cristo não é aceito como filho de Deus.

Os livros que o compõe o NT são desconsiderado pela religião judaica. Ainda esperam pelo nascimento do Messias!

Hoje, e apenas uma Nação a mais no planeta e não detém para si nenhuma das promessas bíblicas. As referências existente na Palavra a respeito de Israel, certamente refere-se ao povo formado pelo Eleitos de Deus, espalhados sobre a terra.



História de Israel: A seleção de uma nação especial
A história de Israel começou ainda antes de 2000 AC. Na verdade, a seleção de Israel como uma nação especial foi uma parte do plano de Deus desde o início dos tempos. A escolha de Deus da nação de Israel como o Seu "povo escolhido" não foi devido a qualquer tamanho, natureza ou atração especiais. Na verdade, a nação de Israel foi a de menor número entre todas as outras nações (Deuteronômio 7:6-8). Pelo contrário, Deus escolheu estas pessoas por causa de Seu amor por eles e por causa de Sua aliança incondicional com Abraão. Isso não quer dizer que Deus amava a Israel mais do que os outros povos; isso significava apenas que Ele queria usar Israel como o Seu meio de amar e abençoar a todos. Foi o plano de Deus desde o início usar Israel para trazer o Messias, o qual iria atuar como o salvador de todo o mundo.

História de Israel: O Registro Bíblico
A história de Israel, conforme descrita na Bíblia, abrange cerca de 1800 anos. Ela proclama uma narrativa dinâmica dos milagres, julgamentos, promessas e bênçãos de Deus. Israel começa como uma promessa unilateral a um homem, Abraão. Por mais de 400 anos, Abraão e seus descendentes dependem dessa promessa, mesmo durante um período significativo de escravidão no Egito. Em seguida, por meio de uma série acontecimentos milagrosos incríveis, Deus liberta os israelitas do Egito no Êxodo (em hebraico: "saída"). O Êxodo é a ocasião que a maioria dos judeus enxergam como a fundação da nação de Israel. O Êxodo é o ato de libertação que habita no coração dos israelitas como uma demonstração do amor de Deus e da proteção de Israel. Uma vez que o Êxodo foi completado, Deus estabeleceu uma aliança condicional com os israelitas no monte Sinai. Foi lá que Deus proclamou a Sua Lei (os Dez Mandamentos). Foi lá que Deus prometeu bênçãos para os que obedecem a Sua Lei e maldições para os que a desobedecem. O resto da história de Israel como registrada na Bíblia é um ciclo contínuo de bênção (pela obediência de Israel) e castigo (pela desobediência à Lei de Deus). Durante os tempos de vitória e derrota, o rei e os juízes, os sacerdotes e profetas, restauração e exílio - os israelitas são abençoados quando obedecem a Deus e disciplinados quando não O obedecem. Como nação, Israel foi destruída pelos romanos em 70 DC. Naquele tempo, os judeus se espalharam pelo mundo todo, mantendo a esperança por causa das promessas proféticas de um eventual retorno à terra que Deus deu a Israel. Em 1948, depois de quase 1900 anos, Israel foi novamente declarada uma nação soberana e oficialmente restabelecida na terra prometida. Através de uma série de eventos miraculosos, incluindo os judeus retomando a posse de Jerusalém em 1967, esta geração está testemunhando o cumprimento da profecia que diz respeito à nação especial de Deus.

História de Israel: O Grande Propósito de Deus
Por que é que tanto da Bíblia se centraliza na história de Israel e no futuro do seu povo? Por que uma nação foi escolhida como o "povo escolhido de Deus"? Estas perguntas são respondidas quando examinamos o grande propósito de Deus para Israel. Quando Deus fez a promessa incondicional a Abraão de que Ele faria de seus descendentes uma grande nação, Deus também prometeu abençoar todas as pessoas através dessa nação (Gênesis 12:1-3). Portanto, Israel nunca foi considerado o único recipiente das bênçãos de Deus, mas sim um canal de distribuição das bênçãos de Deus para toda a humanidade. Os milagres de Deus para Israel, assim como a sua dramática libertação do Egito, foram destinados não só para os próprios israelitas, mas como prova do poder absoluto e singularidade de Deus para um mundo politeísta que assistia o que estava a acontecer com a nação de Israel (Êxodo 7:5; 14:18, Josué 2:9 -11). Sempre foi a intenção de Deus que o Messias que viesse através da nação de Israel fosse o Salvador de toda a humanidade (Isaías 49:6). O Antigo Testamento também contém muitos convites para que todo o mundo viesse adorar em Israel o Deus único (Salmo 2:10-12; 117:1).

Devido a acontecimentos recentes na Terra Santa, é claro que a promessa de Deus a Abraão ainda está sendo cumprida. Assim, a promessa de Deus para abençoar todos os povos através de Israel ainda é absolutamente evidente. O ensino, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, e o crescimento e influência de Sua Igreja, foram possíveis através da escolha de Deus de Israel como o Seu povo. Todas as pessoas que aceitam Jesus como o seu Messias, seja essa pessoa um judeu ou um gentio, recebem grandes bênçãos de Deus por meio de Seu povo escolhido, a nação de Israel.

O Conflito Árabe-Israelense


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Jerusalém, beleza e sofrimento ( Tela de William Blake)

A chamada Terra Santa, a Terra da Promissão da Bíblia, é geograficamente bem pequena. Mais ou menos uns 30 mil km2, estendendo-se verticalmente do sul do Monte Líbano até o Deserto de Neguev e horizontalmente das costas do Mar Mediterrâneo até às margens do Rio Jordão, que depois de alimentar o Lago da Galiléia, deságua no Mar Morto. Apesar de ser apontada pelos antigos profetas como a terra do maná, onde o alimento por assim dizer caía do céu, a escassez sempre foi comum. As poucas áreas agrícolas existentes, devido a raridade das chuvas, permitiam uma modesta colheita de grãos que nunca se caracterizaram pela abundância ou pela prodigalidade. As áreas pedregosas, por sua vez, bem mais elevadas, foram usadas ao longo da história para a criação de cabritos e ovelhas.


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Torre de Davi em Jerusalém

Se a região, sob o ponto de vista econômico, material, foi sempre modestíssima, não tendo minas de ouro ou de mármore, nem sequer poços de petróleo, permanentemente assolada pela pobreza, o mesmo não se aplica ao que ela representou na imaginação religiosa e sobrenatural dos homens. Não há, nem nunca houve, em mais de 5 mil anos de história, um território tão disputado e tão conflagrado como a área da Palestina e do antigo Reino de Israel. Por séculos afora os deuses e os profetas das mais variadas origens e procedências, lutaram entre si, em impressionantes e sangrentas batalhas teológicas, pela conquista dos corações e das mentes dos homens, fazendo daquelas terras abrigo de maravilhas mas também de fanatismos e intermináveis discórdias entre os povos semitas, os descendentes de Abraão ( que, presume-se, teria chegado à região circa de 1.850 a .C.)

Sagrada para os três

Para os judeus, provavelmente os seus mais antigos habitantes, ela é a Eretz Israel, a terra dada por Jeová ao Povo Eleito, tendo Jerusalém, cujo terreno original foi tomado dos filisteus pelo rei Davi, como sua eterna capital (circa do ano 1.000 a.C.). Ela é a Terra da Promissão, o local que Deus apontou a Moisés como o lar definitivo dos judeus logo que eles conseguiram escapar do Egito, onde eram mantidos como escravos pelo faraó. Esta relação dos judeus com sua terra assumiu com os tempos um aspecto místico que fazia com que embora eles fossem desterrados varias vezes por inimigos poderosos ( babilônios ou romanos) sempre que estavam na Diáspora encontraram uma maneira de voltar ao seu solo sagrado, local onde o rei Salomão construiu o Primeiro Templo, símbolo integrador das 12 tribos de Israel( circa de 950 a.C.)